Avaliação Neuropsicológica
Compreende o funcionamento cognitivo e sua relação com aspectos emocionais, comportamentais e com a vida cotidiana.
Entender como funciona →Avaliação Psicológica, Avaliação Neuropsicológica e Psicoterapia com escuta individualizada, rigor técnico e uma comunicação clara sobre cada etapa do processo.
Investigação do funcionamento cognitivo, emocional e comportamental.
Compreensão de aspectos emocionais, comportamentais e relacionais.
Processo clínico de acompanhamento, elaboração e mudança.
Atendimento presencial e on-line conforme o serviço e a faixa etária.
Três possibilidades de cuidado, definidas a partir da sua necessidade e conduzidas de forma individualizada.
Compreende o funcionamento cognitivo e sua relação com aspectos emocionais, comportamentais e com a vida cotidiana.
Entender como funciona →Investiga aspectos emocionais, comportamentais, relacionais e de personalidade conforme a pergunta clínica.
Entender como funciona →Um espaço de escuta e elaboração para compreender padrões, atravessar dificuldades e construir novas possibilidades.
Conversar sobre atendimento →Sou Renata Basotti, psicóloga e neuropsicóloga, graduada em Psicologia em 2007. Minha atuação reúne experiência clínica, avaliação psicológica e neuropsicológica e acompanhamento psicoterapêutico.
Entendo a avaliação como um processo que vai além da aplicação de instrumentos: envolve história de vida, observação clínica, contexto, integração dos dados e uma devolutiva que faça sentido para a pessoa e para sua família.
Na psicoterapia, o foco é construir um espaço seguro de reflexão e mudança, respeitando a singularidade, o ritmo e os objetivos de cada pessoa.
A avaliação neuropsicológica é um processo clínico individualizado que busca compreender como diferentes funções cognitivas, emocionais e comportamentais se relacionam com a vida cotidiana. Pode investigar atenção, memória, linguagem, aprendizagem, raciocínio, funções executivas, aspectos emocionais e comportamentais, considerando a história de vida, o desenvolvimento e o contexto de cada pessoa. Mais do que buscar um diagnóstico, a avaliação ajuda a organizar informações, esclarecer hipóteses e orientar condutas, intervenções e acompanhamentos quando necessários.
Ela pode ser indicada em diferentes fases da vida, sempre que houver necessidade de compreender melhor potencialidades, dificuldades ou mudanças no funcionamento cognitivo, emocional, acadêmico, profissional ou cotidiano.
Dificuldades de aprendizagem ou rendimento escolar; alterações de atenção e concentração; dificuldades em leitura, escrita ou matemática; questões relacionadas ao desenvolvimento; comportamento e autorregulação; suspeitas de TDAH, TEA, transtornos específicos da aprendizagem ou altas habilidades/superdotação; além de situações em que família, escola ou profissionais necessitem compreender melhor o perfil cognitivo e as necessidades da criança ou adolescente.
Dificuldades persistentes de atenção, memória, organização, planejamento ou produtividade; investigação de TDAH e TEA na vida adulta; queixas cognitivas que interferem no trabalho, estudos ou relações; dificuldades de aprendizagem que permaneceram ao longo da vida; altas habilidades/superdotação; e situações em que ansiedade, humor, estresse ou outros fatores emocionais possam estar repercutindo no desempenho cognitivo.
Esquecimentos frequentes, mudanças na memória, atenção, linguagem, raciocínio ou organização da rotina; percepção de redução do desempenho cognitivo; alterações comportamentais; investigação de comprometimento cognitivo leve e condições neurodegenerativas; além da necessidade de diferenciar mudanças esperadas do envelhecimento de alterações que mereçam acompanhamento clínico.
*A modalidade on-line é definida conforme a demanda, os objetivos da avaliação e a adequação técnica e ética dos procedimentos e instrumentos utilizados.
A avaliação psicológica é um processo clínico estruturado e individualizado que busca compreender aspectos emocionais, comportamentais, relacionais e de personalidade de acordo com uma demanda específica. Ela integra entrevista, observação clínica, análise da história de vida e, quando pertinente, instrumentos psicológicos adequados ao objetivo da avaliação. O foco não é apenas atribuir um rótulo, mas organizar informações relevantes, esclarecer hipóteses e oferecer uma compreensão tecnicamente fundamentada que possa orientar decisões, intervenções e encaminhamentos.
A indicação depende da pergunta clínica e do contexto de cada pessoa. A avaliação pode ser procurada quando existe necessidade de compreender melhor sofrimento emocional, padrões de comportamento, características de personalidade, recursos psicológicos, dificuldades de adaptação ou aspectos que estejam interferindo na vida pessoal, familiar, acadêmica ou profissional.
Pode auxiliar na investigação de ansiedade, alterações de humor, estresse, esgotamento, insegurança, dificuldades de adaptação, sofrimento emocional persistente e outros fatores que impactem a qualidade de vida. A interpretação considera intensidade, duração, contexto e repercussões no cotidiano.
Contribui para compreender padrões de comportamento, formas de lidar com conflitos, tomada de decisões, autocontrole, vínculos, autoestima, recursos de enfrentamento e características de personalidade relevantes para a demanda apresentada.
Pode oferecer informações para planejamento terapêutico, acompanhamento multiprofissional, compreensão de necessidades específicas e produção de documentos psicológicos quando tecnicamente indicados e compatíveis com a finalidade da avaliação.
Os instrumentos são apenas uma parte do processo. A qualidade da avaliação depende da integração entre história, entrevista, observação clínica, contexto, dados obtidos e raciocínio profissional.
Não existe uma bateria única para todas as pessoas. A escolha dos procedimentos, o número de encontros e o documento final dependem do objetivo da avaliação, da idade e das necessidades clínicas de cada caso.
Compreensão da demanda, histórico e objetivos da avaliação.
Definição da estratégia avaliativa conforme a pergunta clínica.
Entrevistas, observação clínica e aplicação dos instrumentos pertinentes.
Análise conjunta dos resultados, do contexto e das diferentes fontes de informação.
Explicação dos achados, orientações e entrega do documento quando indicado.
Dificuldade para sustentar atenção, organizar tarefas, planejar, controlar impulsos e acompanhar o próprio desempenho.
Investigação clínica de características relacionadas a TDAH, TEA e outros perfis do desenvolvimento, sempre considerando história e contexto.
Dificuldades persistentes na leitura, escrita, matemática ou rendimento escolar que demandam compreensão mais ampla.
Queixas de memória, atenção e funcionamento cotidiano, incluindo situações em que é preciso diferenciar envelhecimento esperado de alterações clínicas.
Ansiedade, humor, estresse, esgotamento e outros fatores emocionais que podem repercutir no funcionamento cognitivo e na qualidade de vida.
Compreensão de potencialidades, características cognitivas e necessidades específicas quando há hipótese de altas habilidades/superdotação.
A psicoterapia é um processo clínico construído de forma individualizada. Ela pode ajudar a compreender emoções, padrões de comportamento e relações, atravessar momentos difíceis e desenvolver recursos para lidar com a vida de maneira mais consciente e funcional. Não é necessário ter um diagnóstico para iniciar.
Ansiedade, estresse, sobrecarga, conflitos familiares ou afetivos, baixa autoestima, insegurança, luto, mudanças importantes, dificuldade para estabelecer limites ou sensação de estar repetindo padrões que causam sofrimento.
As sessões são conduzidas a partir da sua demanda e dos objetivos construídos em conjunto. O processo envolve escuta clínica, compreensão do contexto, reflexão e estratégias coerentes com as suas necessidades e com o momento de vida.
Maior compreensão emocional, fortalecimento da autonomia, relações mais saudáveis, comunicação mais clara, tomada de decisões com mais consciência, desenvolvimento de recursos de enfrentamento e cuidado com a saúde mental.
Não é preciso esperar chegar ao limite. O acompanhamento pode ser buscado também para autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e cuidado preventivo com a saúde emocional.
Para adultos, o atendimento pode ser realizado presencialmente ou on-line quando a modalidade for adequada. A frequência e a organização das sessões são combinadas de forma individualizada.
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